1. PREMIER GUITAR: NO ESTÚDIO COM O LINKIN PARK
O site Premier Guitar conversou recentemente com o guitarrista Brad Delson, onde o mesmo falou a respeito do processo de produção do novo álbum do Linkin Park, The Hunting Party, que será lançado no dia 17 de junho. Na entrevista, Brad também falou sobre os instrumentos e equipamentos que foram usados na produção do mesmo. Segue a tradução de uma parte da entrevista, onde Brad fala sobre como a banda encontrou uma nova abordagem de composição e gravação de músicas.Confira: 

Brad Delson do Linkin Park me pegou de surpresa no saguão do Larrabee, no North Hollywood, em Califórnia, no estúdio onde ele estava trabalhando em um novo álbum, The Hunting Party. Letras angustiadas de sua banda e, partes sombrias de guitarra, sugeriram que Delson podia estar no lado descontente, com uma aparência rebelde. Mas ele foi gentil e radiante. Ostentando um Jewfro arrumado, barba e óculos de aros de tartaruga, ele parecia menos com um fornecedor de nu metal e sim um estudante."Siga-me em torno da mesa de sinuca", disse ele, me levando para a sala de controle, claramente animado para mostrar o seu trabalho mais recente. A sala estava limpa, com tudo organizado. Havia algumas guitarras, que pareciam estar organizadas para um acesso rápido e fácil. Na mesa de mixagem, quatro canetas de cores diferentes foram alinhadas perfeitamente. Um boneco do Albert Einstein examinava a cena do alto de uma prateleira de canto. Delson, que produziu o álbum com seu companheiro de banda e co-guitarrista Mike Shinoda, se afundou em uma cadeira Aeron preta, atrás da mesa. Ele olhou com os olhos brilhantes, apesar de longas horas de estúdio."Nós estamos aqui cinco ou seis dias por semana, durante cerca de cinco meses", disse ele. "Esta semana Rob Bourdon [baterista] e Mike estavam gravando a bateria na fita em EastWest, e eu estou aqui no meu próprio trabalho em outros aspectos da música.""Algo não intencional pode ser o som mais legal. Eu faço todos os dias." - Brad Delson  É uma nova metodologia para a banda: a escrita a partir do zero durante a gravação. Em seus dois primeiros álbuns, Hybrid Theory (2000) e Meteora (2003), o Linkin Park trabalhou de uma forma mais tradicional, escrevendo músicas, em seguida gravando as demos, e depois regravaram tudo no estúdio. Mas a banda aprendeu que, uma preparação cuidadosa, não necessariamente produz resultados mais satisfatórios."Quando trabalhamos com o [produtor] Rick Rubin [em 2007 com Minutes to Midnight, em 2010 com A Thousand Suns e 2012 com Living Things], que teve várias demos, juntamente com as versões gravadas, nós passamos dias trabalhando perfeitamente em bom ambiente de estúdio", lembra Delson. “Rick sempre pensou que as demos eram mais convincentes. Essa foi uma lição cara e dolorosa.” Mas para o Hunting Party, o Linkin Park usou o estúdio como uma ferramenta de composição, gravação como também uma inspiração, compilando as melhores partes e peças, e as juntando como novas músicas. "No início do processo, Mike escreveu várias demos-introvertidas, coisas de indie, inspiradas em aquilo que você ouve na rádio nos dias de hoje", disse Delson. “Mas nós jogamos tudo fora em favor de fazer um álbum mais pessoal, algo mais visceral e agressivo, de uma forma que só nós podemos fazer.” Esta abordagem “sem preparação”, deixou em aberto a possibilidade de acidentes felizes, explica Delson: "Algo não intencional pode ser o som mais legal que eu possa fazer o dia todo, e saber como permitir que esses erros aconteçam e moldá-los potencialmente contribuem para uma boa música. Estamos tentando abordar as coisas com uma compreensão e com um deslumbramento infantil. Eu me mergulho e toco guitarra todos os dias aqui no estúdio. Eu poderia improvisar livremente alguns riffs e ruídos para uma música, de um jeito rápido por uma hora, e então voltar e organizar para a gravação. A classificação é muito mais demorada do que simplesmente tocar. Mas quando eu ouço algo que eu gosto, eu digo ‘Isso!’ e construo camadas em torno disso." No passado, muitas vezes, Delson trabalhava para compor o cenário perfeito para uma música, apenas no final acabar descobrindo se funcionava muito bem ou não. Desta vez, após a montagem de uma coleção de riffs agitados, ele iria apresentar o trabalho ao vocalista Chester Bennington. "Costumávamos gravar os vocais por último", diz Delson. "Mas, agora vamos fazer isso mais perto do início do processo, por isso sabemos se uma música vai sobreviver. Poderia ter elementos musicais mais legais, mas se não se encaixa a um grande vocal, então é hora de passar para a próxima fase."

    PREMIER GUITAR: NO ESTÚDIO COM O LINKIN PARK

    O site Premier Guitar conversou recentemente com o guitarrista Brad Delson, onde o mesmo falou a respeito do processo de produção do novo álbum do Linkin Park, The Hunting Party, que será lançado no dia 17 de junho. Na entrevista, Brad também falou sobre os instrumentos e equipamentos que foram usados na produção do mesmo.

    Segue a tradução de uma parte da entrevista, onde Brad fala sobre como a banda encontrou uma nova abordagem de composição e gravação de músicas.

    Confira:

    Brad Delson do Linkin Park me pegou de surpresa no saguão do Larrabee, no North Hollywood, em Califórnia, no estúdio onde ele estava trabalhando em um novo álbum, The Hunting Party. Letras angustiadas de sua banda e, partes sombrias de guitarra, sugeriram que Delson podia estar no lado descontente, com uma aparência rebelde. Mas ele foi gentil e radiante. Ostentando um Jewfro arrumado, barba e óculos de aros de tartaruga, ele parecia menos com um fornecedor de nu metal e sim um estudante.

    "Siga-me em torno da mesa de sinuca", disse ele, me levando para a sala de controle, claramente animado para mostrar o seu trabalho mais recente. A sala estava limpa, com tudo organizado. Havia algumas guitarras, que pareciam estar organizadas para um acesso rápido e fácil. Na mesa de mixagem, quatro canetas de cores diferentes foram alinhadas perfeitamente. Um boneco do Albert Einstein examinava a cena do alto de uma prateleira de canto. Delson, que produziu o álbum com seu companheiro de banda e co-guitarrista Mike Shinoda, se afundou em uma cadeira Aeron preta, atrás da mesa. Ele olhou com os olhos brilhantes, apesar de longas horas de estúdio.

    "Nós estamos aqui cinco ou seis dias por semana, durante cerca de cinco meses", disse ele. "Esta semana Rob Bourdon [baterista] e Mike estavam gravando a bateria na fita em EastWest, e eu estou aqui no meu próprio trabalho em outros aspectos da música."

    "Algo não intencional pode ser o som mais legal. Eu faço todos os dias." - Brad Delson

    É uma nova metodologia para a banda: a escrita a partir do zero durante a gravação. Em seus dois primeiros álbuns, Hybrid Theory (2000) e Meteora (2003), o Linkin Park trabalhou de uma forma mais tradicional, escrevendo músicas, em seguida gravando as demos, e depois regravaram tudo no estúdio. Mas a banda aprendeu que, uma preparação cuidadosa, não necessariamente produz resultados mais satisfatórios.

    "Quando trabalhamos com o [produtor] Rick Rubin [em 2007 com Minutes to Midnight, em 2010 com A Thousand Suns e 2012 com Living Things], que teve várias demos, juntamente com as versões gravadas, nós passamos dias trabalhando perfeitamente em bom ambiente de estúdio", lembra Delson. “Rick sempre pensou que as demos eram mais convincentes. Essa foi uma lição cara e dolorosa.”

    Mas para o Hunting Party, o Linkin Park usou o estúdio como uma ferramenta de composição, gravação como também uma inspiração, compilando as melhores partes e peças, e as juntando como novas músicas. "No início do processo, Mike escreveu várias demos-introvertidas, coisas de indie, inspiradas em aquilo que você ouve na rádio nos dias de hoje", disse Delson. “Mas nós jogamos tudo fora em favor de fazer um álbum mais pessoal, algo mais visceral e agressivo, de uma forma que só nós podemos fazer.”

    Esta abordagem “sem preparação”, deixou em aberto a possibilidade de acidentes felizes, explica Delson: "Algo não intencional pode ser o som mais legal que eu possa fazer o dia todo, e saber como permitir que esses erros aconteçam e moldá-los potencialmente contribuem para uma boa música. Estamos tentando abordar as coisas com uma compreensão e com um deslumbramento infantil. Eu me mergulho e toco guitarra todos os dias aqui no estúdio. Eu poderia improvisar livremente alguns riffs e ruídos para uma música, de um jeito rápido por uma hora, e então voltar e organizar para a gravação. A classificação é muito mais demorada do que simplesmente tocar. Mas quando eu ouço algo que eu gosto, eu digo ‘Isso!’ e construo camadas em torno disso."

    No passado, muitas vezes, Delson trabalhava para compor o cenário perfeito para uma música, apenas no final acabar descobrindo se funcionava muito bem ou não. Desta vez, após a montagem de uma coleção de riffs agitados, ele iria apresentar o trabalho ao vocalista Chester Bennington. "Costumávamos gravar os vocais por último", diz Delson. "Mas, agora vamos fazer isso mais perto do início do processo, por isso sabemos se uma música vai sobreviver. Poderia ter elementos musicais mais legais, mas se não se encaixa a um grande vocal, então é hora de passar para a próxima fase."

    photo

    7 notes
    Apr 18 2:24PM
  2. GEEK NATION: PERGUNTAS E RESPOSTAS COM JOE HAHN NO TWEET OUTRecentemente, Joe Hahn, respondeu algumas perguntas enviadas por fãs no quadro 'Tweet Out' do Geek Nation. A maioria das perguntas enviadas foram a respeito do filme "Mall", o qual de acordo com ele será lançado em breve, porém ainda não tem uma data definida; ele respondeu também sobre o Linkin Park, as músicas que mais gosta de tocar ao vivo etc.
Vídeo:Sobre o filme ‘Mall’ dirigido por Joe:
Vale lembrar que o filme dirigido por Joe é uma adaptação do livro de romance “Mall” lançado pelo ator e escritor Eric Bogosian e terá a trilha sonora do Linkin Park.
Recentemente, Lorenzo postou uma foto a respeito do filme, o qual parece que está sendo exibido para algumas pessoas próximas.Créditos: MSClan

    GEEK NATION: PERGUNTAS E RESPOSTAS COM JOE HAHN NO TWEET OUT

    Recentemente, Joe Hahn, respondeu algumas perguntas enviadas por fãs no quadro 'Tweet Out' do Geek Nation.

    A maioria das perguntas enviadas foram a respeito do filme "Mall", o qual de acordo com ele será lançado em breve, porém ainda não tem uma data definida; ele respondeu também sobre o Linkin Park, as músicas que mais gosta de tocar ao vivo etc.

    Vídeo:


    Sobre o filme ‘Mall’ dirigido por Joe:

    Vale lembrar que o filme dirigido por Joe é uma adaptação do livro de romance “Mall” lançado pelo ator e escritor Eric Bogosian e terá a trilha sonora do Linkin Park.

    Recentemente, Lorenzo postou uma foto a respeito do filme, o qual parece que está sendo exibido para algumas pessoas próximas.

    Créditos: MSClan

    photo

    1 note
    Apr 17 5:16PM
  3. MUSIC TO MY EARS: HANGOUT COM MIKE SHINODA  Mike Shinoda realizou ontem, através do Hangout (Google), uma conversa com fãs e alunos, como parte do projeto da Warner Music e a Universidade de Stanford, chamado “Creativity: Music to My Ears (Criatividade: Música para os meus ouvidos)”.Confira alguns detalhes: Mike estava em seu estúdio, onde fica em sua casa em Los Angeles, ele falou sobre vários assuntos, incluindo o novo álbum da banda, The Hunting Party; músicas, criatividade e mais.Atual processo do novo álbum: Estão terminando a mixagem, a qual está sendo feito por Andy Wallace.Sobre algumas demos do The Hunting Party: Mike disse que depois de criar algumas músicas demos para o novo álbum, ele sentiu como se as músicas fossem parecidas com as de outros artistas e pensou que fazendo isso, ele não iria inovar, então partiram para algo diferente.Mike fala sobre o processo de criação de uma música: Mike fez um breve comentário sobre Somewhere I Belong, onde eles escreveram aproximadamente 30-40 refrões e forçaram encaixar o vocal em uma parte onde não precisava, então eles aprenderam com o tempo que, quando as pessoas vão ouvir as músicas, elas ouvem o vocal, os instrumentos e os mesmos tem que estar perfeitamente encaixados, pois essas coisas são importantes.Sobre a criatividade: Mike comenta que há momentos em que a criatividade pode não aparecer, porém você terá que sempre continuar trabalhando, pois o momento certo vai chegar. Há dias em que ele acorda e pensa "tenho uma grande ideia", então imediatamente grava em seu celular. Durante a conversa, Mike até mesmo tenta mostrar as várias gravações em seu celular.Sobre alguns clipes interativos: Mike comentou que a tecnologia está se fortalecendo cada vez mais e com isso a banda preferiu apostar em algumas ideias para deixar os clipes mais interativos, como foi usado em Lost In The Echo, A Light That Never Comes, Guilty All The Same.Confira a gravação completa: Texto e adaptação por LPTheory

    MUSIC TO MY EARS: HANGOUT COM MIKE SHINODA

    Mike Shinoda realizou ontem, através do Hangout (Google), uma conversa com fãs e alunos, como parte do projeto da Warner Music e a Universidade de Stanford, chamado “Creativity: Music to My Ears (Criatividade: Música para os meus ouvidos)”.

    Confira alguns detalhes:

    Mike estava em seu estúdio, onde fica em sua casa em Los Angeles, ele falou sobre vários assuntos, incluindo o novo álbum da banda, The Hunting Party; músicas, criatividade e mais.

    Atual processo do novo álbum:
    Estão terminando a mixagem, a qual está sendo feito por Andy Wallace.

    Sobre algumas demos do The Hunting Party: Mike disse que depois de criar algumas músicas demos para o novo álbum, ele sentiu como se as músicas fossem parecidas com as de outros artistas e pensou que fazendo isso, ele não iria inovar, então partiram para algo diferente.

    Mike fala sobre o processo de criação de uma música: Mike fez um breve comentário sobre Somewhere I Belong, onde eles escreveram aproximadamente 30-40 refrões e forçaram encaixar o vocal em uma parte onde não precisava, então eles aprenderam com o tempo que, quando as pessoas vão ouvir as músicas, elas ouvem o vocal, os instrumentos e os mesmos tem que estar perfeitamente encaixados, pois essas coisas são importantes.

    Sobre a criatividade: Mike comenta que há momentos em que a criatividade pode não aparecer, porém você terá que sempre continuar trabalhando, pois o momento certo vai chegar. Há dias em que ele acorda e pensa "tenho uma grande ideia", então imediatamente grava em seu celular. Durante a conversa, Mike até mesmo tenta mostrar as várias gravações em seu celular.

    Sobre alguns clipes interativos: Mike comentou que a tecnologia está se fortalecendo cada vez mais e com isso a banda preferiu apostar em algumas ideias para deixar os clipes mais interativos, como foi usado em Lost In The Echo, A Light That Never Comes, Guilty All The Same.

    Confira a gravação completa:

    Texto e adaptação por LPTheory

    photo

    7 notes
    Apr 12 11:06AM
  4. CHESTER FALA SOBRE O THE HUNTING PARTY, POSSÍVEL APRESENTAÇÃO DE NOVA MÚSICA E MAIS Em entrevista por telefone, Chester conversou com Chris the Ego sobre o álbum The Hunting Party; uma possível nova música que poderá estar pronta para ser apresentada no show que o Linkin Park realizará no KFMADAY, no dia 24 de maio, como banda headliner e mais.Sobre The Hunting Party:
É definitivamente o álbum mais pesado que já fizemos, com certeza. Será extremamente com uma guitarra pesada, a bateria é uma loucura, eles são o coração e a alma do álbum (…), vai surpreender as pessoas.
Sobre a orientação musical:
Essa é a razão porque fizemos isso [o álbum], não é uma indireta nas outras bandas ou as músicas que estão fazendo, mas queremos algo mais pesado e intenso, que não é está por aí [no mainstream], há um vazio que sentimos que está agora no rock.
Sobre a maioria das bandas da “era Hybrid Theory” desaparecendo ou dissolvendo, enquanto o Linkin Park permanece forte:
Essa é uma das razões que fizemos o  Minutes to Midnight, como nós fizemos Meteora, basicamente o Volume I e II do Hybrid Theory. Ajudamos a criar essa coisa, era algo legal, algo diferente, mas agora não é novo e não é mais legal (…) por isso decidimos correr o risco e fazer uma mudança de direção. É como estar em uma banda nova em cada álbum.
Sobre a possibilidade de ter uma nova música pronta para KFMADAY:
Acho que sim. (…) Nos últimos álbuns, estivemos em um lado experimental (…) você tem grandes músicas, mas, quando você as colocam na set, se torna como se estivéssemos ali apenas cantando, (…) escrevemos mais músicas aceleradas, porque queremos colocar mais músicas assim na set.
Áudio completo da entrevista:Créditos: LPAssociation

    CHESTER FALA SOBRE O THE HUNTING PARTY, POSSÍVEL APRESENTAÇÃO DE NOVA MÚSICA E MAIS

    Em entrevista por telefone, Chester conversou com Chris the Ego sobre o álbum The Hunting Party; uma possível nova música que poderá estar pronta para ser apresentada no show que o Linkin Park realizará no KFMADAY, no dia 24 de maio, como banda headliner e mais.

    Sobre The Hunting Party:

    É definitivamente o álbum mais pesado que já fizemos, com certeza. Será extremamente com uma guitarra pesada, a bateria é uma loucura, eles são o coração e a alma do álbum (…), vai surpreender as pessoas.

    Sobre a orientação musical:

    Essa é a razão porque fizemos isso [o álbum], não é uma indireta nas outras bandas ou as músicas que estão fazendo, mas queremos algo mais pesado e intenso, que não é está por aí [no mainstream], há um vazio que sentimos que está agora no rock.

    Sobre a maioria das bandas da “era Hybrid Theory” desaparecendo ou dissolvendo, enquanto o Linkin Park permanece forte:

    Essa é uma das razões que fizemos o  Minutes to Midnight, como nós fizemos Meteora, basicamente o Volume I e II do Hybrid Theory. Ajudamos a criar essa coisa, era algo legal, algo diferente, mas agora não é novo e não é mais legal (…) por isso decidimos correr o risco e fazer uma mudança de direção. É como estar em uma banda nova em cada álbum.

    Sobre a possibilidade de ter uma nova música pronta para KFMADAY:

    Acho que sim. (…) Nos últimos álbuns, estivemos em um lado experimental (…) você tem grandes músicas, mas, quando você as colocam na set, se torna como se estivéssemos ali apenas cantando, (…) escrevemos mais músicas aceleradas, porque queremos colocar mais músicas assim na set.


    Áudio completo da entrevista:



    Créditos: LPAssociation

    photo

    11 notes
    Apr 12 9:32AM
  5. MIKE SHINODA SERÁ DJ CONVIDADO DO SIRIUSXM OCTANE Foi divulgado na página oficial da banda, que Mike Shinoda participará do programa SiriusXM Octane, como DJ convidado, onde irá tocar músicas de sua playlist pessoal. Mike irá participar do programa da rádio entre os dias 11 e 14 de abril.

    MIKE SHINODA SERÁ DJ CONVIDADO DO SIRIUSXM OCTANE

    Foi divulgado na página oficial da banda, que Mike Shinoda participará do programa SiriusXM Octane, como DJ convidado, onde irá tocar músicas de sua playlist pessoal.

    Mike irá participar do programa da rádio entre os dias 11 e 14 de abril.

    photo

    Apr 10 9:29PM
  6. REVIEW: 5 MÚSICAS DO ÁBUM THE HUNTING PARTY POR LOUDWIRE O site Loudwire divulgou uma review das 5 músicas que estarão no novo álbum do Linkin Park, The Hunting Party. Denominadas com bateria rápida, riffs explosivos, elementos groove, punk e thrash, essas são algumas das características das músicas apresentadas aos jornalistas. 
Confira:

"Keys to the Kingdom": Logo de cara, essa música tem uma vibe punk old-school com uma nova reviravolta. A bateria rápida e os riffs explosivos são os componentes disso. O vocalista Chester Bennington desencadeia as melodias e os versos de rap de Shinoda fazem uma combinação poderosa. Apesar de que, a banda irá tocar em arenas em sua próxima turnê, Carnivores Tour, essa música tem um sentimento underground que se sentirá pequeno em Brooklyn, N.Y."Wastelands of Today": Esta música começa com um verso de hip-hop e tem vários elementos groove com uma bateria e baixo pesados. O refrão é cativante, ainda lamacento e com uma determinação. Sua atenção é para o colapso pesado no meio da música. O Linkin Park irá te levar em um sonoro passeio de montanha-russa, como brincar com o tempo e ambiente. "Until It’s Gone": É uma pista mais mid-tempo, com letras mais leves fornecidas por Chester Bennington, que realmente mostra a sua versatilidade vocal. Os sons sonhadores e atmosféricos são o suficiente para levá-lo embora, mas Bennington te traz de volta à terra quando, ele arrebate com um refrão familiar: “Cause you don’t know what you’ve got / No you don’t know what you’ve got / You don’t know what you’ve got / Until it’s gone.” (Tradução: “Porque você não sabe o que tem / Não, você não sabe o que você tem / Você não sabe o que você tem / Até isso partir” [no sentido ir embora]). Essa música cativante é aquela que fica presa em sua cabeça por um longo tempo."All for Nothing": Esta, quando for apresentada ao vivo, terá a plateia em movimento, com certeza. Com um fluxo de hip-hop no primeiro verso, esta rapidamente se transformará em quase um hino punk. A música é implacável e sem remorso, com um solo de guitarra estrelado por Brad Delson. Não é nenhuma surpresa que esta música pesada é hardcore, especialmente desde que caracteriza um ponto com o convidado vocalista e guitarrista Page Hamilton. “Rebellion”: Com um nome como “Rebellion (Rebelião)”, o ouvinte como você, pode esperar o caos puro e é exatamente o caos que o Linkin Park irá lhe dar. O clima é quase thrash, com seus riffs rápidos e a bateria galopante. Enquanto se ouve, poderia até mesmo pensar que ela poderia até se encaixar no primeiro álbum do System of a Down — provavelmente porque, ninguém menos que Daron Malakian do System of a Down participa nesta música.

Tradução e adaptação por LPTheory

    REVIEW: 5 MÚSICAS DO ÁBUM THE HUNTING PARTY POR LOUDWIRE

    O site Loudwire divulgou uma review das 5 músicas que estarão no novo álbum do Linkin Park, The Hunting Party. Denominadas com bateria rápida, riffs explosivos, elementos groove, punk e thrash, essas são algumas das características das músicas apresentadas aos jornalistas. 

    Confira:

    "Keys to the Kingdom": Logo de cara, essa música tem uma vibe punk old-school com uma nova reviravolta. A bateria rápida e os riffs explosivos são os componentes disso. O vocalista Chester Bennington desencadeia as melodias e os versos de rap de Shinoda fazem uma combinação poderosa. Apesar de que, a banda irá tocar em arenas em sua próxima turnê, Carnivores Tour, essa música tem um sentimento underground que se sentirá pequeno em Brooklyn, N.Y.

    "Wastelands of Today": Esta música começa com um verso de hip-hop e tem vários elementos groove com uma bateria e baixo pesados. O refrão é cativante, ainda lamacento e com uma determinação. Sua atenção é para o colapso pesado no meio da música. O Linkin Park irá te levar em um sonoro passeio de montanha-russa, como brincar com o tempo e ambiente.

    "Until It’s Gone": É uma pista mais mid-tempo, com letras mais leves fornecidas por Chester Bennington, que realmente mostra a sua versatilidade vocal. Os sons sonhadores e atmosféricos são o suficiente para levá-lo embora, mas Bennington te traz de volta à terra quando, ele arrebate com um refrão familiar: “Cause you don’t know what you’ve got / No you don’t know what you’ve got / You don’t know what you’ve got / Until it’s gone.” (Tradução: “Porque você não sabe o que tem / Não, você não sabe o que você tem / Você não sabe o que você tem / Até isso partir” [no sentido ir embora]). Essa música cativante é aquela que fica presa em sua cabeça por um longo tempo.

    "All for Nothing": Esta, quando for apresentada ao vivo, terá a plateia em movimento, com certeza. Com um fluxo de hip-hop no primeiro verso, esta rapidamente se transformará em quase um hino punk. A música é implacável e sem remorso, com um solo de guitarra estrelado por Brad Delson. Não é nenhuma surpresa que esta música pesada é hardcore, especialmente desde que caracteriza um ponto com o convidado vocalista e guitarrista Page Hamilton.

    Rebellion”: Com um nome como “Rebellion (Rebelião)”, o ouvinte como você, pode esperar o caos puro e é exatamente o caos que o Linkin Park irá lhe dar. O clima é quase thrash, com seus riffs rápidos e a bateria galopante. Enquanto se ouve, poderia até mesmo pensar que ela poderia até se encaixar no primeiro álbum do System of a Down — provavelmente porque, ninguém menos que Daron Malakian do System of a Down participa nesta música.

    Tradução e adaptação por LPTheory

    photo

    9 notes
    Apr 10 1:54PM
  7. LISTENING PARTY COM CHESTER E ROB

    A mídia de Los Angeles e Califórnia participaram de uma audição organizada pelo Chester e Rob, do novo álbum do Linkin Park, intitulado The Hunting Party, com data de lançamento para o dia 17 de junho.

    Nas fotos: A jornalista Sheilah Pacete (Six15 Social Media) ao lado dos membros e a folha onde mostra as 6 das 12 músicas do novo álbum, que foram apresentadas na audição.

    1. Keys To The Kingdom
    2. All For Nothing (feat. Page Hamilton do Helmet)
    3. Guilty All The Same (feat. Rakim)
    4. Wastelands
    5. Until It’s Gone
    6. Rebellion (feat. Daron Malakian do System of a Down)

    Nota: As músicas Keys To The Kingdom, All For Nothing, Wastelands e Rebellion ainda não foram mixadas e masterizadas.

    Créditos: Wretches And Kings

    photo

    4 notes
    Apr 10 12:52PM
  8. MIKE SHINODA E RAKIM FALAM SOBRE O RAP-ROCK
O site XXL Mag realizou uma entrevista com Mike Shinoda e Rakim, onde os mesmos falaram a respeito da colaboração em “Guity All The Same”, a mistura dos gêneros, experiências e mais.Confira a tradução:  Colaborando pela primeira vez
Mike Shinoda: “Se alguém me disesse os seus melhores 10 rappers de todos os tempos e não mencionasse o Rakim, nos dois primeiros ou três, então eu praticamente iria ignorar. Você basicamente não sabe o que diabos está falando. Eu não estou sendo radical. Estou sendo real. O que acabou levando a colaboração um passo adiante foi que, eu sabia que isso iria dar certo, quando recebi uma ligação, e eu estava dizendo a ele o lugar onde estamos no rock. ‘Porque o rock agora tem sido um verdadeiro pop. Eu ouço a rádio de rock e parece que estou ouvindo Nick Jr. ou o canal da Disney. Parece como jingles comerciais’. Então é onde isso foi parar e não podíamos nos ver indo para o mesmo caminho. Nós não conseguimos fazer isso. Esse não é o momento que queremos para nós agora. Queremos fazer um álbum pesado, um álbum agressivo, que é a verdade de onde viemos.” Rakim: "Eu tenho um grande respeito pelo Linkin Park, eu tenho sido um fã desde que eles existem. Eu me lembro, há muito tempo, de estar sentado e passando os canais na televisão, e um vídeo de animação tocando e eu estava sentado lá com as crianças. Eu imediatamente comecei a assisti-lo, era um vídeo do Linkin Park. Eu e as crianças estavámos sentados lá curtindo, e a animação foi uma loucura. Agora, o que isso significa? Descobrimos o nome da banda e começamos a ouvi-los. Como eu disse, eu tenho sido um fã, durante toda a sua música. De ‘Pushing Me Away’ para ‘Don’t Stay’ e ‘By Myself’. Eu gosto de todas as músicas deles. E recebo uma vibe e sei exatamente o que eles estão falando e a sensação que eles transmitem, e eu os respeito por isso. E quando eles me chamaram para saber se eu estava interessado em fazer uma junção, foi perfeito. É uma banda que pega a integridade e eu senti que eu estava passando as mesmas coisas que eles, quando ele me contou como ele estava escutando uma determinada música e ele não queria fazer esse mesmo caminho. Eu lido com a mesma coisa no hip-hop. As regras maiores, e se todo mundo está indo por este caminho, os artistas são quase algemados a fazer a mesma coisa. Eu senti que era uma boa indicação e uma boa oportunidade para tentar reconstruir o que estamos tentando fazer. Tanto quanto eles tentando reconstruir o som do rock e eu tentando fazer essa afirmação e deixar que as pessoas saibam o que está acontecendo. Novamente, eu senti que foi uma oportunidade perfeita.”
A sessão no estúdio de “Guilty Al The Same” 
Rakim: “Foi hipnotizante. Como eu disse, é a atitude de todos na Terra. A vibe foi legal e eu sou o tipo de uma pessoa exigente, quando se trata de minhas sessões de estúdio. Eu costumo trabalhar por mim e eu tenho o meu próprio estúdio em casa. Agora, eu realmente estou acostumado a trabalhar por mim mesmo, mas eu não sinto como devesse ir lá e tentar fazer algo que eu nunca fiz antes. Eu escrevi na frente deles. Foi uma daquelas coisas onde a vibe estava certa e a música foi definitivamente certa. Foi uma questão de me colocar diante daquele Rakim.” Mike Shinoda: “Pessoas como Rakim são artistas excelentes. Há pessoas que fazem música pop. Eles são mais ilustrativos, mas eles estão perdendo a visão da arte em sua própria arte. Quando eu o vi entrar no estúdio, ele estava com uma escrita no papel, a lápis. Não estava em seu telefone ou laptop. Tanto faz. Era apenas com o papel e um lápis. Ele desceu na mesa de jantar no estúdio como ‘Me dê um minuto, eu ainda estou trabalhando nisso. Eu quero ter a certeza que é o certo’. E isso é algo artesanal. Você sabe, a atenção aos detalhes e a certeza que a peça é o melhor que você pode fazer.” Quando ele se apresentou, realmente me mostrou o estado veterano e a atitude. Assim como, a autoridade também. Esse cara vai lá e faz a coisa. Ele está trabalhando em sua cabeça e passando em seguida, como ele cuspisse os versos. Quando ele chegou na última parte, ele sempre para nos últimos versos. E ele fez tudo certo e, em seguida, houve o momento em que ele terminou. Ele percorreu todo o caminho através dos versos e nos entregou — se você conhece os versos — nos últimos quatro versos é apenas um remate. É o ponto alto.”
O caminho entre as lacunas dos gêneros
Rakim: “Tentar fazer a ponte; faz sentido. O Rock-n-roll com o hip-hop anda lado a lado. Especialmente quando se é o melhor dos dois gêneros, eu sinto que está atirando para o mesmo lado. O rock-n-roll no mundo sempre foi pesado e indo para as ruas. O Hip-hop começou no subsolo para as ruas. As coisas mudam em ambos os cursos, mas, novamente, os dois gêneros estão começando a fazer uma declaração e representam a mesma coisa. Eles estão lado a lado.” Mike Shinoda: "Na história da banda, nós sempre nos aproximamos do hip-hop, fazemos a partir do lugar da paixão e experiência. Foi uma das coisas que surgiu pela primeira vez lá fora e não se encaixava — nós não nos encaixavámos com outros grupos naquela época. Na nossa banda, tínhamos um nome para isso. Nós o chamamos de ‘fraternidade rock’. Porque vários desses artistas, não eram rap rock, era da fraternidade rock. Porque esses caras estavam escrevendo músicas que eram como a testosterona, como 'Eu vou te foder. Nos deixe festejar e eu vou te foder'.” Ok, isso com eles. E haviam outros, o lado mais introspectivo para a nossa banda, e nós tivemos esses elementos eletrônicos, que eram mais silenciosos e haviam esses elementos [onde] as emoções se viraram para dentro e não para fora. Rumo a uma outra pessoa. É assim que foi feito. Mas nós crescemos em todas os sentidos. E não foi forçado. Sempre me senti como quando eu sempre ouvia os outros álbuns naquela época, e eles estavam visitando o hip-hop. Eles eram estrangeiros. Eles não cresceram lá. Eu cresci lá. Eu cresci ouvindo Rakim. Quando eu era criança, os primeiros álbuns de hip-hop que eu ganhei e o primeiro vinil, foi o primeiro álbum dos Beastie Boys. E tive o  primeiro e segundo álbum do Run-DMC. Eram em vinil. Essas foram as coisas que eu tive quando eu era criança. Fico realmente surpreso quando olho para trás, os meus pais estavam apoiando isso. Não faz nenhum sentido para eles. Eles estavam como 'Ok'. Eu não sei por quê. Eu também não sei por que eles deixam uma criança ouvir um álbum chamado Raising Hell. Isso aconteceu. Sorte para mim que eles deixaram. Meu ponto é, para mim, o melhor é quando se trata do lugar onde o respeito é mútuo. E há alguma linha comum de entendimento. O artista de rock não tem que saber como fazer rap. E o artista de rap não sabe como fazer rock, mas eles têm que fazer juntos.”Rakim: "Que tenha amor e compreensão."
 O estado da colaborações do Rap-Rock
Mike Shinoda: “Há várias coisas e estão mais impregnadas neste momento. É uma mistura. Nós sempre falamos sobre quando fazemos algo híbrido, há maneiras diferentes de fazer isso, você pode misturá-los juntos, ou seja, se você colocar algo em um liquidificador, e misturá-lo, as duas coisas se tornam inseparáveis. É como se você fizesse um smoothie, você não pode ver todas as coisas que estão lá dentro. É único. Mas, há uma outra abordagem, que é chamada como se fizesse uma salada. Ok, você coloca todas essas coisas lá, e você pode ver cada coisa individual. Você pode aproximar todas as suas músicas, de qualquer forma, mas eu sinto que agora, muitas destas coisas que estão lá fora, são parecidos com a primeira. É realmente uma mistura e você não pode dizer, quando você ouve, por exemplo, uma música da Lana Del Rey. Você sabe que o hip-hop está lá, mas você não pode retirá-lo. Está enraizado nas batidas e na abordagem da produção. Da mesma forma que você gosta de ouvir algumas coisas de rap, como algumas músicas de Kanye. É muito musical. É muito rock. Ele está preso lá tão facilmente, que você não pode discernir uma coisa da outra. Rakim: "Está acontecendo desde o hip-hop. Eu fui um dos rappers que queriam que tivesse uma das batidas do Run-DMC. É realmente nada de novo. Nós estamos mostrando as semelhanças entre rock e rap. Eu apenas senti que era a minha vez. Nah, entendeu?Mike Shinoda: “É um marco em uma determinada categoria para nós. Nós nunca colocamos uma nova música em um novo álbum, com outro artista desta forma. Nós fizemos colaborações com outras pessoas, mas, o álbum com Jay Z foi baseado nas músicas que já foram divulgadas antes. Nós fizemos uma música com Busta Rhymes, que foi única. Não era a nossa música também. Foi a música de seu produtor. Então, esta é a primeira vez, que tivemos uma música e convidamos alguém para nossa casa. Nós não fazemos isso. É preciso ter alguém em uma situação especial, em uma conexão, para se sentir correspondente a fazer isso.”Rakim: “Agradeço, cara. Obrigado pelo tapete de boas vindas, que eu espero que eu não tenha queimado.O deixe na porta e eu estarei de volta.”
Tradução e adaptação por LPTheory

    MIKE SHINODA E RAKIM FALAM SOBRE O RAP-ROCK

    O site XXL Mag realizou uma entrevista com Mike Shinoda e Rakim, onde os mesmos falaram a respeito da colaboração em “Guity All The Same”, a mistura dos gêneros, experiências e mais.

    Confira a tradução:  

    Colaborando pela primeira vez

    Mike Shinoda: “Se alguém me disesse os seus melhores 10 rappers de todos os tempos e não mencionasse o Rakim, nos dois primeiros ou três, então eu praticamente iria ignorar. Você basicamente não sabe o que diabos está falando. Eu não estou sendo radical. Estou sendo real.

    O que acabou levando a colaboração um passo adiante foi que, eu sabia que isso iria dar certo, quando recebi uma ligação, e eu estava dizendo a ele o lugar onde estamos no rock. ‘Porque o rock agora tem sido um verdadeiro pop. Eu ouço a rádio de rock e parece que estou ouvindo Nick Jr. ou o canal da Disney. Parece como jingles comerciais’.

    Então é onde isso foi parar e não podíamos nos ver indo para o mesmo caminho. Nós não conseguimos fazer isso. Esse não é o momento que queremos para nós agora. Queremos fazer um álbum pesado, um álbum agressivo, que é a verdade de onde viemos.”

    Rakim: "Eu tenho um grande respeito pelo Linkin Park, eu tenho sido um fã desde que eles existem. Eu me lembro, há muito tempo, de estar sentado e passando os canais na televisão, e um vídeo de animação tocando e eu estava sentado lá com as crianças. Eu imediatamente comecei a assisti-lo, era um vídeo do Linkin Park. Eu e as crianças estavámos sentados lá curtindo, e a animação foi uma loucura. Agora, o que isso significa? Descobrimos o nome da banda e começamos a ouvi-los.

    Como eu disse, eu tenho sido um fã, durante toda a sua música. De ‘Pushing Me Away’ para ‘Don’t Stay’ e ‘By Myself’. Eu gosto de todas as músicas deles. E recebo uma vibe e sei exatamente o que eles estão falando e a sensação que eles transmitem, e eu os respeito por isso.

    E quando eles me chamaram para saber se eu estava interessado em fazer uma junção, foi perfeito. É uma banda que pega a integridade e eu senti que eu estava passando as mesmas coisas que eles, quando ele me contou como ele estava escutando uma determinada música e ele não queria fazer esse mesmo caminho. Eu lido com a mesma coisa no hip-hop. As regras maiores, e se todo mundo está indo por este caminho, os artistas são quase algemados a fazer a mesma coisa. Eu senti que era uma boa indicação e uma boa oportunidade para tentar reconstruir o que estamos tentando fazer. Tanto quanto eles tentando reconstruir o som do rock e eu tentando fazer essa afirmação e deixar que as pessoas saibam o que está acontecendo. Novamente, eu senti que foi uma oportunidade perfeita.”


    A sessão no estúdio de “Guilty Al The Same”

    Rakim: “Foi hipnotizante. Como eu disse, é a atitude de todos na Terra. A vibe foi legal e eu sou o tipo de uma pessoa exigente, quando se trata de minhas sessões de estúdio. Eu costumo trabalhar por mim e eu tenho o meu próprio estúdio em casa. Agora, eu realmente estou acostumado a trabalhar por mim mesmo, mas eu não sinto como devesse ir lá e tentar fazer algo que eu nunca fiz antes. Eu escrevi na frente deles. Foi uma daquelas coisas onde a vibe estava certa e a música foi definitivamente certa. Foi uma questão de me colocar diante daquele Rakim.”

    Mike Shinoda: “Pessoas como Rakim são artistas excelentes. Há pessoas que fazem música pop. Eles são mais ilustrativos, mas eles estão perdendo a visão da arte em sua própria arte. Quando eu o vi entrar no estúdio, ele estava com uma escrita no papel, a lápis. Não estava em seu telefone ou laptop. Tanto faz. Era apenas com o papel e um lápis. Ele desceu na mesa de jantar no estúdio como ‘Me dê um minuto, eu ainda estou trabalhando nisso. Eu quero ter a certeza que é o certo’. E isso é algo artesanal. Você sabe, a atenção aos detalhes e a certeza que a peça é o melhor que você pode fazer.”

    Quando ele se apresentou, realmente me mostrou o estado veterano e a atitude. Assim como, a autoridade também. Esse cara vai lá e faz a coisa. Ele está trabalhando em sua cabeça e passando em seguida, como ele cuspisse os versos. Quando ele chegou na última parte, ele sempre para nos últimos versos. E ele fez tudo certo e, em seguida, houve o momento em que ele terminou. Ele percorreu todo o caminho através dos versos e nos entregou — se você conhece os versos — nos últimos quatro versos é apenas um remate. É o ponto alto.”


    O caminho entre as lacunas dos gêneros

    Rakim: “Tentar fazer a ponte; faz sentido. O Rock-n-roll com o hip-hop anda lado a lado. Especialmente quando se é o melhor dos dois gêneros, eu sinto que está atirando para o mesmo lado. O rock-n-roll no mundo sempre foi pesado e indo para as ruas. O Hip-hop começou no subsolo para as ruas. As coisas mudam em ambos os cursos, mas, novamente, os dois gêneros estão começando a fazer uma declaração e representam a mesma coisa. Eles estão lado a lado.”

    Mike Shinoda: "Na história da banda, nós sempre nos aproximamos do hip-hop, fazemos a partir do lugar da paixão e experiência. Foi uma das coisas que surgiu pela primeira vez lá fora e não se encaixava — nós não nos encaixavámos com outros grupos naquela época. Na nossa banda, tínhamos um nome para isso. Nós o chamamos de ‘fraternidade rock’. Porque vários desses artistas, não eram rap rock, era da fraternidade rock. Porque esses caras estavam escrevendo músicas que eram como a testosterona, como 'Eu vou te foder. Nos deixe festejar e eu vou te foder'.”

    Ok, isso com eles. E haviam outros, o lado mais introspectivo para a nossa banda, e nós tivemos esses elementos eletrônicos, que eram mais silenciosos e haviam esses elementos [onde] as emoções se viraram para dentro e não para fora. Rumo a uma outra pessoa. É assim que foi feito. Mas nós crescemos em todas os sentidos. E não foi forçado. Sempre me senti como quando eu sempre ouvia os outros álbuns naquela época, e eles estavam visitando o hip-hop. Eles eram estrangeiros. Eles não cresceram lá.

    Eu cresci lá. Eu cresci ouvindo Rakim. Quando eu era criança, os primeiros álbuns de hip-hop que eu ganhei e o primeiro vinil, foi o primeiro álbum dos Beastie Boys. E tive o  primeiro e segundo álbum do Run-DMC. Eram em vinil. Essas foram as coisas que eu tive quando eu era criança. Fico realmente surpreso quando olho para trás, os meus pais estavam apoiando isso. Não faz nenhum sentido para eles. Eles estavam como 'Ok'. Eu não sei por quê. Eu também não sei por que eles deixam uma criança ouvir um álbum chamado Raising Hell. Isso aconteceu. Sorte para mim que eles deixaram.

    Meu ponto é, para mim, o melhor é quando se trata do lugar onde o respeito é mútuo. E há alguma linha comum de entendimento. O artista de rock não tem que saber como fazer rap. E o artista de rap não sabe como fazer rock, mas eles têm que fazer juntos.”

    Rakim:
    "Que tenha amor e compreensão."


    O estado da colaborações do Rap-Rock

    Mike Shinoda: “Há várias coisas e estão mais impregnadas neste momento. É uma mistura. Nós sempre falamos sobre quando fazemos algo híbrido, há maneiras diferentes de fazer isso, você pode misturá-los juntos, ou seja, se você colocar algo em um liquidificador, e misturá-lo, as duas coisas se tornam inseparáveis. É como se você fizesse um smoothie, você não pode ver todas as coisas que estão lá dentro. É único. Mas, há uma outra abordagem, que é chamada como se fizesse uma salada. Ok, você coloca todas essas coisas lá, e você pode ver cada coisa individual.

    Você pode aproximar todas as suas músicas, de qualquer forma, mas eu sinto que agora, muitas destas coisas que estão lá fora, são parecidos com a primeira. É realmente uma mistura e você não pode dizer, quando você ouve, por exemplo, uma música da Lana Del Rey. Você sabe que o hip-hop está lá, mas você não pode retirá-lo. Está enraizado nas batidas e na abordagem da produção. Da mesma forma que você gosta de ouvir algumas coisas de rap, como algumas músicas de Kanye. É muito musical. É muito rock. Ele está preso lá tão facilmente, que você não pode discernir uma coisa da outra.

    Rakim: "Está acontecendo desde o hip-hop. Eu fui um dos rappers que queriam que tivesse uma das batidas do Run-DMC. É realmente nada de novo. Nós estamos mostrando as semelhanças entre rock e rap. Eu apenas senti que era a minha vez. Nah, entendeu?

    Mike Shinoda: “É um marco em uma determinada categoria para nós. Nós nunca colocamos uma nova música em um novo álbum, com outro artista desta forma. Nós fizemos colaborações com outras pessoas, mas, o álbum com Jay Z foi baseado nas músicas que já foram divulgadas antes. Nós fizemos uma música com Busta Rhymes, que foi única. Não era a nossa música também. Foi a música de seu produtor. Então, esta é a primeira vez, que tivemos uma música e convidamos alguém para nossa casa. Nós não fazemos isso. É preciso ter alguém em uma situação especial, em uma conexão, para se sentir correspondente a fazer isso.”

    Rakim: “Agradeço, cara. Obrigado pelo tapete de boas vindas, que eu espero que eu não tenha queimado.O deixe na porta e eu estarei de volta.”

    Tradução e adaptação por LPTheory

    photo

    5 notes
    Apr 10 12:22AM
  9. LINKIN PARK: A CAÇA PARA A BATIDA PERFEITA

    Além da exclusividade divulgada pelo site Noisey, como a capa oficial do novo álbum, The Hunting Party e a data de lançamento, 17 de junho, o site realizou com Mike Shinoda, uma entrevista interessante, onde o principal assunto abordado foi o cenário atual do rock e da música em geral.

    Confira a tradução completa da entrevista:

    Noisey: As músicas já têm nomes?
    Mike Shinoda: Nomes são difíceis para nós, especialmente nomes de álbuns. Este foi o mais fácil; nós imaginamos e argumentamos sobre isso. Nós nunca conseguimos um nome antes do álbum.

    É difícil colocar uma coisa tão abstrata como um álbum, em tipo, três palavras.
    Temos conceitos por trás do álbum, mas muitas vezes eles têm múltiplos significados. O mais fácil foi o nome de A Thousand Suns, que vinha de uma citação de Oppenheimer. Ele disse isso depois que eles detonaram a bomba, e isso é uma espécie do que o álbum era sobre.

    Me conte sobre o Rakim.
    Não houve atalhos. Quando ele escreveu a música, ele me disse que iria levar algum tempo; demorou uma semana e meia. Em um certo momento ele disse: "Eu tenho 16 versos, mas eu quero mais. Podemos fazer 24?" E ele dirigiu - não voou - da Costa Leste para Los Angeles, reagendou vários shows no caminho, cancelou alguns, e depois, basicamente, saiu e gravou a música. Ele ainda escreveu no fim de semana antes de gravar, e ainda continuou editando no papel. Sem telefone, sem seu laptop, ele estava sentado na mesa de jantar do estúdio, ainda está trabalhando.

    Você se sente que aprendeu alguma coisa com ele?
    Toda vez que nós estamos no estúdio com alguém, eu tento ver o que posso aprender com eles. O que eu aprendi com o seu estilo, foi em apreciar a diferença entre a escrita, em uma forma livre - caras como Jay Z e Kanye com freestyle e free-associate - Rakim é o oposto. Ele passa muito tempo aperfeiçoando o verso. Seu verso é quase o equivalente a um rap de um solo de guitarra rasgado e você não pode mesmo dizer as notas porque é tão louco. Quando você lê as palavras, você pode acompanhar e ver como é o padrão de rima e como foi construído. O padrão de rima é constantemente estabelecido, desmontado e restabelecido. Essa foi a forma que despertar - escrever é totalmente sem fim. Mesmo que seja um pouco complexo e um pouco demais para as pessoas no pop moderno digerir, quando você o ouve bem, ainda ressoa. Há pessoas que fazem uma merda complexa e realmente não te atinge, porque eles estão fazendo isso apenas por uma questão de ser complexa. Mas o versos de Rakim é sobre atingir uma conexão emocional.

    Você ainda tem o papel em que ele escreveu os versos?
    Ele levou. Nós não pudemos nem mesmo tirar uma foto. Ele pegou, colocou dentro da jaqueta e levou com ele. Eu sinto como isso fosse parte de sua rotina; como se ele nunca iria deixar isso por aí. Ele provavelmente tem uma pasta com os raps, ou ele vai imediatamente para casa queimá-los.

    O que você acha do estado atual do rock?
    Há tanta música lá fora; há tantos que soam como Haim ou CHVRCHES ou Vampire Weekend que eu estou cheio. A coisa que eu estou com fome não é para isso. Eu ligo a estação de rock em Los Angeles e as músicas soam como um comercial da Disney. E eu estou confuso com isso. O caras do Foster the People, literalmente, são escritores de jingle. Sem desrespeito, mas para mim fazer essas coisas é uma espécie de fora de questão. Eu dei um passo para trás e disse: "Qual é a coisa que eu quero ouvir que ninguém mais está fazendo, e qual é a coisa que estamos numa posição única para fazer?". Nós jogamos fora as nossas velhas demos, e eu conversei com os caras e, basicamente, pedi para que eles voltassem a ter 15 anos. Não para fazer músicas para jovens de 15 anos — há várias pessoas lá fora que fazem música, porque será popular entre os adolescentes, mas não é isso que estamos fazendo. Eu disse ao nosso guitarrista Brad: "Se o jovem que você era de 15 anos, ouvisse o que você faz hoje, ele estaria orgulhoso de você? Ou ele diria, ‘Aquele cara é uma fera?’". Porque ele estava ouvindo Metallica e algo mais pesado nesse ponto. Eu disse: "Escreva uma música que faça aquele jovem tocar guitarra". Então é isso que acabamos fazendo. Nós queríamos impressionar os nossos adolescentes no interior. Quando eu tinha essa idade, eu estava ouvindo Public Enemy, NWA e Rakim. E quando entrei no mundo do rock, foi Metallica e Alice in Chainz. O Nu-Metal e o rock alternativo foram gerados a partir das pessoas aprendendo com essas bandas, mas essas bandas nunca fizeram rock para rádio.

    Se você me perguntasse isso há cinco anos atrás, eu estava obcecado com indie rock. Muitos dos artistas estavam vindo de um lugar que era como “esta é a minha cena, e esta é a minha merda, e é por isso que eu estou fazendo isso.” Mas agora isso se tornou pop. Não é indie, é a grande gravadora.

    Eu me sinto como o “indie” se tornou um termo de estética mais do que qualquer outra coisa.
    É estúpido. É tão idiota. É a mesma coisa quando surgiu o “alternativo”. Uma alternativa para o que, sabe? Se tornou  pop. A alternativa para a alternativa era, tipo, nu-metal. O que, mais uma vez, ficou mudo. Todas essas cenas… eu não sei, cara. Não só se torna um ponto em que as pessoas estão jogando macaco-vê, macaco-faz, e isso só desvaloriza toda a cena. Isso ficou estranho.

    Para mim, o Linkin Park sempre existiu como um exemplo do que uma banda mainstream de rock pode fazer para inovar.
    Isso é muito bom, muito obrigado. Espero que você não esteja dizendo isso, só porque você sabe que é o que eu queria ouvir.

    Honestamente, eu pensei que você ia ficar bravo comigo por dizer que era mainstream. As pessoas são estranhas sobre isso.
    Estamos em paz com o fato de que, não apenas nós podemos ir para muitos países e tocar em shows, mas também com o fato de que é assim que é visto. Eu teria lutado no início, quando estávamos ficando maiores, como "Não, eu não quero ser visto como um grupo pop, que se foda". Mas eu acho que há uma diferença entre ser acessível e popular, e ser pop ou o que você quiser chamar. É mais sobre a intenção, se você está falando sobre a estética ou como você toca, ou o que apareceu no seu vídeo ou qualquer que seja. Nosso limite para tentar empurrá-lo e fazer algo que é interessante para nós e também desafiar os fãs, é bastante elevado. Dois álbuns anteriores, quando nós lançamos o A Thousand Suns, sabíamos que ia ser um álbum totalmente polarizado. Antes mesmo de deixar qualquer um ouvi-lo, nós ficamos "Porra, temos 100% de certeza, de que queremos passar isso para várias pessoas?". Porque algumas pessoas estavam como "É isso aí, eu tive isso, que se foda essa banda, eles não estão mais fazendo música para mim, porque tudo que eu quero ouvir é guitarras pesadas e não há uma guitarra para ser encontrada nesse álbum. Eles estão cantando sobre os males do mundo e há um monte de bips eletrônicos e blips, que se foda esses caras."

    Ouvi uma grande citação de Nas, há algum tempo. Ele disse que, de vez em quando ele gosta de fazer um projeto para sacudir seus fãs pop. Para intencionalmente se livrar deles. Se você é um ouvinte casual de Nas, ele vai deixar você saber, em um determinado ponto, que você não é bem-vindo ao seu partido. Eu amo isso, eu pensei que era tão legal.

    Essa é uma boa maneira de pensar sobre como operar na esfera da popularidade.
    E só música moderna.

    Quantas pessoas já ouviram esse álbum até agora?
    Ele todo? Não muitos. Agora nosso gerente viajou com uma amostra de cinco músicas, para jornalistas e a nossa gravadora, porque eles precisam saber o que está por vir. O álbum será lançado neste verão, e nós precisamos que todos saibam para o que eles estão trabalhando. O que significa dizer que, para alguns terá um pouco de desafio. Vai ser difícil de vender para a rádio de rock, eu sabia que isso iria acontecer. A rádio é realmente poderosa na venda de álbuns — ao fim do dia, eu sou um artista, mas eu também não sou estúpido e eu sei que, a fim de ser capaz de manter esta dinâmica, nós temos de ir, temos de realizar, até certo ponto.

    Eu acho que ultimamente essa é a melhor estratégia.
    A forma como lidamos com isso é: "Vivemos e respiramos isso. Se isso falhar, você voltará para casa e para os seus empregos, mas nós não". Nós também fazemos com que os nossos fãs tentam ver o nosso ponto de vista. Neste álbum, o nosso primeiro single é agressivo, são seis minutos de duração, e rádio não vai tocar nada mais do que três minutos e meio. A rádio pop não vai tocar nada mais do que três minutos, e eles também não vão tocar qualquer coisa com guitarras agressivas, eles definitivamente não vão tocar qualquer coisa com gritos. Há uma tonelada de regras. Ao menos que você seja Rihanna, Nicki Minaj e Lady Gaga, eles não vão tocar nada frio — eles precisam que isso seja um sucesso em outros lugares. Eles só querem estar na equipe vencedora. E do meu ponto de vista, eu não posso viver nesse mundo. É um negócio, fazer o que tenho que fazer, mas o mundo é muito estranho para mim. Quando eu faço uma música, eu não faço matemática. Eu acho que, o ponto que eu estou tentando passar, é para aprender a ser um escritor melhor, um produtor melhor, qualquer que seja.

    Como você compete contra as fábricas de músicas pop?
    Cara, é louco lá fora. O que funcionou para nós no passado foi ficar com as nossas armas, tanto quanto que a nossa visão criativa, é gastar muito tempo com isso, e realmente criar. Neste álbum, nós passamos seis meses no estúdio, provavelmente, mais seis fora do estúdio, além disso, tivemos algumas demos e as jogamos fora. Em contraste com isso, tinha um artista pop que não vou citar, que estava no estúdio enquanto estávamos fazendo o nosso álbum — e ficou por lá três dias. Um dia eles apareceram por trinta minutos, no segundo dia eles foi quinze, e no terceiro dia eles negligenciaram a mostrar tudo. A música foi terminada.

    Como foi quando você ouviu pela primeira vez a sua música?
    Quando ouvimos pela primeira vez a música na rádio, foi O momento. Quando você ouve sua música, em sua estação de cidade natal. Para o nosso vocalista Chester, que estava no Arizona. Nós estávamos em nossa primeira turnê em um RV alugado. Eu estava dirigindo, e nós chegamos na casa de seus pais, quando estávamos ouvindo o rádio. O DJ deu um lenga-lenga sobre esse garoto cidade natal, sua música que acabou de ser lançada e nós estávamos em pânico. Chester correu para sua casa gritando "Pai! Ligue o rádio!". Nós estávamos no carro pulando e comemorando. Alguns dias depois estávamos de volta em Los Angeles e aconteceu a mesma coisa na minha cidade natal. O Stryker estava na rádio por um ano ou dois anos, e tocou em seu novo bloco de música no meio-dia. Eu descobri que foi ele que escolheu. Eu estava no banheiro no meu apartamento, um apartamento de dois quartos que eu compartilhei com dois outros caras, com manchas de cerveja e merda em todos os lugares.

    Alguém estava dormindo no sofá?

    Era literalmente dois caras em um quarto e um no outro quarto. Eu paguei um pouco mais, então eu tive um quarto sozinho. Ele custou $800. Nós não estávamos vivendo abundantemente. Mas houve um momento em que eu vou falar, talvez uns seis a doze meses depois, eu me lembro de estar em um dos nossos shows. Nós fomos a atração principal para 1.200 pessoas, e eu me lembro de olhar para a plateia e perceber "Oh merda, algumas das pessoas que estão ouvindo essa música agora são meio babacas". Não humilhando os nossos fãs, porque eu amo os nossos fãs, mas eu vi algumas pessoas na multidão, e eu sabia que nunca poderia sair junto com alguns deles. Eu não sabia o que aquilo significava, mas eu apenas sabia. Nós conseguimos mais do que as pessoas que gostam de mim. Foi um momento como, o que você faz? Você apenas sai com isso? Como você se comunica com essa nova base de fãs? Nós tentamos ser muito responsáveis, sempre deixando os fãs saberem que ainda apreciamos essa dedicação. Mas também queremos deixar os fãs casuais, não é ruim de ser um fã casual.

    Tradução e adaptação por LPTheory

    photo

    10 notes
    Apr 09 5:18PM
  10. NOVA FOTO PROMOCIONAL Foi divulgada a primeira foto promocional do Linkin Park, em divulgação do novo álbum, The Hunting Party.

    NOVA FOTO PROMOCIONAL

    Foi divulgada a primeira foto promocional do Linkin Park, em divulgação do novo álbum, The Hunting Party.

    photo

    19 notes
    Apr 09 12:37PM