1. MIKE E CHESTER NO GOLDEN GODS AWARDS 2014

    Ontem (23), Mike e Chester marcaram presença na premiação Revolver Golden Gods Awards 2014 e anunciaram o vencedor da categoria de Melhor Vocalista.

    O vencedor na categoria de Melhor Vocalista foi Josh Homme (Queens of the Stone Age) e como o mesmo não esteve presente, devido a turnê de sua banda, Mike e Chester brincaram dizendo que aceitariam o prêmio em seu nome.

    Vídeo da apresentação:


    Créditos: ChesterBNetwork/MSClan

    photo

    12 notes
    Apr 24 1:54PM
  2. MIKE SHINODA: DE ROCK STAR AO NEGÓCIO DE RECICLAGEM No inicio do mês, Mike Shinoda foi convidado do Huffington Post e divulgou um texto a respeito da fundação do projeto SRS Haiti, a ajuda e visita de Bill Clinton, e mais.Segue a tradução:

Meu nome é Mike Shinoda; Eu canto e escrevo as músicas na banda Linkin Park. Muitas pessoas ficam surpresas ao descobrir que, apesar de eu viver em Los Angeles, eu também invisto em um centro de reciclagem no Haiti. Comecei a investir na reciclagem devido a recuperação de desastres no Haiti. Meus companheiros de banda e eu temos uma empresa, sem fins lucrativos, chamada de Music For Relief, a qual o foco é reunir a comunidade da música para combater a mudança do clima e prestar socorro às vítimas de desastres naturais. Após o terremoto no Haiti, a maioria dos nossos esforços se concentraram em Port Au Prince. Um amigo de infância, Andrew MacCalla, foi um dos nossos principais contatos no terreno no Haiti. Ele trabalhava para uma ONG e passou boa parte do ano nas áreas mais atingidas pelo desastre. Quando ele voltou, o convidei para jantar. Ele me deu detalhes sobre o Haiti: "Eles têm uma taxa de desemprego de 75%, mais de 50% de analfabetismo, e a cólera está prestes a ser atualizada para o estado endêmico. Você sabe como poderia resolver a maioria desses problemas? Um programa de reciclagem sustentável. Estou pensando em iniciar um."(Foto: hidrovias em Port Au Prince) Das 10 milhões de pessoas no Haiti, cerca de 3 a 4 milhões vivem em Port Au Prince. A cidade possui muitas de estradas de terra não pavimentadas e canais, cheios de lixo plástico. Com muitas pessoas vivendo lá, tornando uma cidade densa, a cólera tem sido um problema constante, agravando pela poluição e falta de informação sobre a forma como a doença se espalha. Teoricamente, um programa de reciclagem poderia ajudar, fazendo com que o lixo das ruas não se misturem com as hidrovias (onde as pessoas estavam lavando e contraindo a doença. Tornar o nosso programa de reciclagem para uma organização sem fins lucrativos foi, num primeiro momento, uma consideração. Mas Andrew e outro nosso outro parceiro, Brett Williams e eu decidimos que, tratá-la como uma instituição de caridade seria difícil de sustentar, e — o mais importante — nós queríamos que o povo haitiano recebesse uma recompensa, para que coletassem os plásticos para SRS, não só com um salário adequado, mas também com um sentimento de orgulho, por ter um emprego estável e limpar a sua comunidade. Nós decidimos torná-la um negócio social. Nós chamamos o projeto de Soluções Sustentáveis de Reciclagem (Sustainable Recycling Solutions) ou SRS Haiti. Não é um nome atraente, nem fascinante, porque a coleta de lixo não é um negócio fascinante. Começou devagar, com um grande terreno baldio que, basicamente, parecia um lixão. Mas em um mês, aumentamos em sete vezes a quantidade que tínhamos previsto inicialmente. Em um ano, tínhamos reciclado mais do que projetado, com mais de 4 milhões de garrafas das ruas. Este sucesso não foi um produto de marketing ou promoção - nós simplesmente abrimos as portas, as pessoas foram tratadas de forma justa e deixamos ouvirem sobre o SRS através do boca a boca. A verdadeira motivação foi, não somente a vontade dos haitianos de trabalhar, mas sim a lealdade e engenhosidade deles. Mas a popularidade que é uma bênção da SRS, também foi um problema. Cada pessoa que trouxe plástico precisava ser paga por isso, e como ele se tornou muito popular, não poderia se manter com a demanda.  Após seis meses, tivemos de fechar as portas. Estávamos à beira de fechar completamente. Mas não fechamos. Depois de trabalharmos juntos por meses, a um plano de negócios e oportunidades de mercado, a Fundação Clinton veio em nosso auxílio. Todos que trabalharam no Haiti nos disseram que o presidente Clinton e sua equipe são apaixonados em apoiar o país, e nossa experiência em primeira mão com ele era consistente com essa reputação. A fundação concedeu uma subvenção, que não só nos permitiu recuperar o nosso equilíbrio, mas permitiu que a SRS fizesse planos para um futuro sustentável e emocionante. Com uma nova linha de lavagem e descamação, SRS vai agora dar mais um passo na cadeia de abastecimento de reciclagem rápida para fazer um produto mais valioso. Ao fazer isso, vamos contratar mais trabalhadores em tempo integral e recolher ainda mais garrafas das ruas. Presidente Clinton nos visitou em Porto Príncipe. Nós mostramos os vários itens que estávamos começando a fazer, a partir do plástico que recolhemos. Tantas coisas podem ser feitas do plástico reciclado. Claro, as garrafas podem ser feitas para garrafas novas, mas também podem ser transformadas em novos itens, desde brinquedos e mobílias, itens vestuário como camisetas, casacos, camisolas e até mesmo calças. Quase tudo feito de “poli” ou de plástico podem ser feitos a partir de reciclados, em vez de plástico virgem. Um dos meus itens favoritos de plástico reciclado são os equipamentos de treino feito pelo Impact Eco, que se parece e funciona como equipamentos da Nike ou Adidas, talvez até melhor. Eu gosto muito, que já começamos a experimentar com as mercadorias recicladas de PET (mochilas, malha e camisetas) para a minha banda. A parte “o que fazer” da história está apenas começando para mim, e eu estou animado em ver onde isso leva, graças à Fundação Clinton, valeu a pena o passeio.

Tradução e adaptação por LPTheory

    MIKE SHINODA: DE ROCK STAR AO NEGÓCIO DE RECICLAGEM

    No inicio do mês, Mike Shinoda foi convidado do Huffington Post e divulgou um texto a respeito da fundação do projeto SRS Haiti, a ajuda e visita de Bill Clinton, e mais.

    Segue a tradução:

    Meu nome é Mike Shinoda; Eu canto e escrevo as músicas na banda Linkin Park. Muitas pessoas ficam surpresas ao descobrir que, apesar de eu viver em Los Angeles, eu também invisto em um centro de reciclagem no Haiti.

    Comecei a investir na reciclagem devido a recuperação de desastres no Haiti. Meus companheiros de banda e eu temos uma empresa, sem fins lucrativos, chamada de Music For Relief, a qual o foco é reunir a comunidade da música para combater a mudança do clima e prestar socorro às vítimas de desastres naturais. Após o terremoto no Haiti, a maioria dos nossos esforços se concentraram em Port Au Prince.

    Um amigo de infância, Andrew MacCalla, foi um dos nossos principais contatos no terreno no Haiti. Ele trabalhava para uma ONG e passou boa parte do ano nas áreas mais atingidas pelo desastre. Quando ele voltou, o convidei para jantar. Ele me deu detalhes sobre o Haiti: "Eles têm uma taxa de desemprego de 75%, mais de 50% de analfabetismo, e a cólera está prestes a ser atualizada para o estado endêmico. Você sabe como poderia resolver a maioria desses problemas? Um programa de reciclagem sustentável. Estou pensando em iniciar um."

    srs 1
    (Foto: hidrovias em Port Au Prince)

    Das 10 milhões de pessoas no Haiti, cerca de 3 a 4 milhões vivem em Port Au Prince. A cidade possui muitas de estradas de terra não pavimentadas e canais, cheios de lixo plástico. Com muitas pessoas vivendo lá, tornando uma cidade densa, a cólera tem sido um problema constante, agravando pela poluição e falta de informação sobre a forma como a doença se espalha. Teoricamente, um programa de reciclagem poderia ajudar, fazendo com que o lixo das ruas não se misturem com as hidrovias (onde as pessoas estavam lavando e contraindo a doença.

    Tornar o nosso programa de reciclagem para uma organização sem fins lucrativos foi, num primeiro momento, uma consideração. Mas Andrew e outro nosso outro parceiro, Brett Williams e eu decidimos que, tratá-la como uma instituição de caridade seria difícil de sustentar, e — o mais importante — nós queríamos que o povo haitiano recebesse uma recompensa, para que coletassem os plásticos para SRS, não só com um salário adequado, mas também com um sentimento de orgulho, por ter um emprego estável e limpar a sua comunidade. Nós decidimos torná-la um negócio social.

    srs 2
    Nós chamamos o projeto de Soluções Sustentáveis de Reciclagem (Sustainable Recycling Solutions) ou SRS Haiti. Não é um nome atraente, nem fascinante, porque a coleta de lixo não é um negócio fascinante. Começou devagar, com um grande terreno baldio que, basicamente, parecia um lixão. Mas em um mês, aumentamos em sete vezes a quantidade que tínhamos previsto inicialmente. Em um ano, tínhamos reciclado mais do que projetado, com mais de 4 milhões de garrafas das ruas. Este sucesso não foi um produto de marketing ou promoção - nós simplesmente abrimos as portas, as pessoas foram tratadas de forma justa e deixamos ouvirem sobre o SRS através do boca a boca. A verdadeira motivação foi, não somente a vontade dos haitianos de trabalhar, mas sim a lealdade e engenhosidade deles.

    Mas a popularidade que é uma bênção da SRS, também foi um problema. Cada pessoa que trouxe plástico precisava ser paga por isso, e como ele se tornou muito popular, não poderia se manter com a demanda.  Após seis meses, tivemos de fechar as portas. Estávamos à beira de fechar completamente.

    srs 3
    Mas não fechamos. Depois de trabalharmos juntos por meses, a um plano de negócios e oportunidades de mercado, a Fundação Clinton veio em nosso auxílio. Todos que trabalharam no Haiti nos disseram que o presidente Clinton e sua equipe são apaixonados em apoiar o país, e nossa experiência em primeira mão com ele era consistente com essa reputação. A fundação concedeu uma subvenção, que não só nos permitiu recuperar o nosso equilíbrio, mas permitiu que a SRS fizesse planos para um futuro sustentável e emocionante.

    Com uma nova linha de lavagem e descamação, SRS vai agora dar mais um passo na cadeia de abastecimento de reciclagem rápida para fazer um produto mais valioso. Ao fazer isso, vamos contratar mais trabalhadores em tempo integral e recolher ainda mais garrafas das ruas.

    srs 4
    Presidente Clinton nos visitou em Porto Príncipe. Nós mostramos os vários itens que estávamos começando a fazer, a partir do plástico que recolhemos. Tantas coisas podem ser feitas do plástico reciclado. Claro, as garrafas podem ser feitas para garrafas novas, mas também podem ser transformadas em novos itens, desde brinquedos e mobílias, itens vestuário como camisetas, casacos, camisolas e até mesmo calças. Quase tudo feito de “poli” ou de plástico podem ser feitos a partir de reciclados, em vez de plástico virgem. Um dos meus itens favoritos de plástico reciclado são os equipamentos de treino feito pelo Impact Eco, que se parece e funciona como equipamentos da Nike ou Adidas, talvez até melhor. Eu gosto muito, que já começamos a experimentar com as mercadorias recicladas de PET (mochilas, malha e camisetas) para a minha banda.

    A parte “o que fazer” da história está apenas começando para mim, e eu estou animado em ver onde isso leva, graças à Fundação Clinton, valeu a pena o passeio.

    Tradução e adaptação por LPTheory

    photo

    5 notes
    Apr 22 5:32PM
  3. EXAMINER: SOBRE O SINGLE “GUILTY ALL THE SAME” DO LINKIN PARK E ÁLBUM “THE HUNTING PARTY”
Foi realizado pelo site Examiner, uma matéria que conta com alguns comentários de Mike, Chester e Brad a respeito do single “Guilty All The Same” e o novo álbum “The Hunting Party” que será lançado em junho.
Confira:

O Linkin Park lançou o seu mais novo single, “Guilty All The Same,” cerca de um mês atrás, e sempre que um artista lança um novo single isso só pode significar uma coisa, um novo álbum. O Linkin Park já anunciou o seu próximo álbum que será lançado. Mike Shinoda, que é um dos vocalistas do Linkin Park, falou sobre o próximo álbum e onde estavam quando começaram a elaborar o “The Hunting Party”."Houve um momento no ano passado, quando eu estava fazendo algumas coisas, eu o ouvi e eu percebi estava errado. Eu estava estimando algo que eu gostava de ouvir, não algo que eu queria fazer", disse Shinoda.  Em seguida, falaram sobre o que fundamentalmente queriam começar a pensar, como escrever algum “material pesado” foi eventualmente a base para onde eles iriam seguir. Eles estavam tentando “fazer a música que eles não estavam ouvindo” de outros artistas, algo que o Linkin Park fez historicamente bem, mas ainda não é uma tarefa fácil para qualquer banda realizar. Chester Bennington, que é o outro vocalista do Linkin Park, expressou seus pensamentos quando ouviu pela primeira vez o novo single da banda, “Guilty All The Same”."Quando ouvi os rifts iniciais de Guilty All The Same, eu realmente não tinha sentido aquele tipo de emoção por um longo tempo. Aquela hora, foi como ‘ok isso é para onde estamos indo’", disse Bennington Finalmente, o Linkin Park soube o que “Guilty All The Same” ia ser e isso definiu o tom para o resto do álbum. Os fãs têm esperado alguns anos para o próximo álbum da banda, após o lançamento do popular “Living Things”, e agora sabemos que o álbum será lançado em menos de dois meses. Enquanto não sabemos uma tonelada de informações sobre o que exatamente este próximo álbum vai ser, o guitarrista Brad Delson já falou sobre algo que Mike Shinoda lhe disse a respeito do “The Hunting Party”."Eu pensei que isso foi engraçado: Mike [Shinoda] realmente descreveu quase como uma prequel do Hybrid Theory. Há vários álbuns que nos influenciaram - algumas coisas hardcore, heavy, punk - e esse espírito está lá. É tipo de álbum que poderíamos ter feito se não tivéssemos feito o Hybrid Theory. Ele definitivamente vai por um caminho diferente, e é cheio de guitarra - isso não foi um acidente", disse Delson. O novo álbum se chama “The Hunting Party” e será lançado no dia 17 de junho de 2014.

Tradução e adaptação por LPTheory

    EXAMINER: SOBRE O SINGLE “GUILTY ALL THE SAME” DO LINKIN PARK E ÁLBUM “THE HUNTING PARTY”

    Foi realizado pelo site Examiner, uma matéria que conta com alguns comentários de Mike, Chester e Brad a respeito do single “Guilty All The Same” e o novo álbum “The Hunting Party” que será lançado em junho.

    Confira:

    O Linkin Park lançou o seu mais novo single, “Guilty All The Same,” cerca de um mês atrás, e sempre que um artista lança um novo single isso só pode significar uma coisa, um novo álbum. O Linkin Park já anunciou o seu próximo álbum que será lançado.

    Mike Shinoda, que é um dos vocalistas do Linkin Park, falou sobre o próximo álbum e onde estavam quando começaram a elaborar o “The Hunting Party”.

    "Houve um momento no ano passado, quando eu estava fazendo algumas coisas, eu o ouvi e eu percebi estava errado. Eu estava estimando algo que eu gostava de ouvir, não algo que eu queria fazer", disse Shinoda.

    Em seguida, falaram sobre o que fundamentalmente queriam começar a pensar, como escrever algum “material pesado” foi eventualmente a base para onde eles iriam seguir.

    Eles estavam tentando “fazer a música que eles não estavam ouvindo” de outros artistas, algo que o Linkin Park fez historicamente bem, mas ainda não é uma tarefa fácil para qualquer banda realizar. Chester Bennington, que é o outro vocalista do Linkin Park, expressou seus pensamentos quando ouviu pela primeira vez o novo single da banda, “Guilty All The Same”.

    "Quando ouvi os rifts iniciais de Guilty All The Same, eu realmente não tinha sentido aquele tipo de emoção por um longo tempo. Aquela hora, foi como ‘ok isso é para onde estamos indo’", disse Bennington

    Finalmente, o Linkin Park soube o que “Guilty All The Same” ia ser e isso definiu o tom para o resto do álbum. Os fãs têm esperado alguns anos para o próximo álbum da banda, após o lançamento do popular “Living Things”, e agora sabemos que o álbum será lançado em menos de dois meses.

    Enquanto não sabemos uma tonelada de informações sobre o que exatamente este próximo álbum vai ser, o guitarrista Brad Delson já falou sobre algo que Mike Shinoda lhe disse a respeito do “The Hunting Party”.

    "Eu pensei que isso foi engraçado: Mike [Shinoda] realmente descreveu quase como uma prequel do Hybrid Theory. Há vários álbuns que nos influenciaram - algumas coisas hardcore, heavy, punk - e esse espírito está lá. É tipo de álbum que poderíamos ter feito se não tivéssemos feito o Hybrid Theory. Ele definitivamente vai por um caminho diferente, e é cheio de guitarra - isso não foi um acidente", disse Delson.

    O novo álbum se chama “The Hunting Party” e será lançado no dia 17 de junho de 2014.

    Tradução e adaptação por LPTheory

    photo

    6 notes
    Apr 22 5:10PM
  4. video

    301 notes
    Apr 21 2:34PM
  5. PREMIER GUITAR: NO ESTÚDIO COM O LINKIN PARK
O site Premier Guitar conversou recentemente com o guitarrista Brad Delson, onde o mesmo falou a respeito do processo de produção do novo álbum do Linkin Park, The Hunting Party, que será lançado no dia 17 de junho. Na entrevista, Brad também falou sobre os instrumentos e equipamentos que foram usados na produção do mesmo. Segue a tradução de uma parte da entrevista, onde Brad fala sobre como a banda encontrou uma nova abordagem de composição e gravação de músicas.Confira: 

Brad Delson do Linkin Park me pegou de surpresa no saguão do Larrabee, no North Hollywood, em Califórnia, no estúdio onde ele estava trabalhando em um novo álbum, The Hunting Party. Letras angustiadas de sua banda e, partes sombrias de guitarra, sugeriram que Delson podia estar no lado descontente, com uma aparência rebelde. Mas ele foi gentil e radiante. Ostentando um Jewfro arrumado, barba e óculos de aros de tartaruga, ele parecia menos com um fornecedor de nu metal e sim um estudante."Siga-me em torno da mesa de sinuca", disse ele, me levando para a sala de controle, claramente animado para mostrar o seu trabalho mais recente. A sala estava limpa, com tudo organizado. Havia algumas guitarras, que pareciam estar organizadas para um acesso rápido e fácil. Na mesa de mixagem, quatro canetas de cores diferentes foram alinhadas perfeitamente. Um boneco do Albert Einstein examinava a cena do alto de uma prateleira de canto. Delson, que produziu o álbum com seu companheiro de banda e co-guitarrista Mike Shinoda, se afundou em uma cadeira Aeron preta, atrás da mesa. Ele olhou com os olhos brilhantes, apesar de longas horas de estúdio."Nós estamos aqui cinco ou seis dias por semana, durante cerca de cinco meses", disse ele. "Esta semana Rob Bourdon [baterista] e Mike estavam gravando a bateria na fita em EastWest, e eu estou aqui no meu próprio trabalho em outros aspectos da música.""Algo não intencional pode ser o som mais legal. Eu faço todos os dias." - Brad Delson  É uma nova metodologia para a banda: a escrita a partir do zero durante a gravação. Em seus dois primeiros álbuns, Hybrid Theory (2000) e Meteora (2003), o Linkin Park trabalhou de uma forma mais tradicional, escrevendo músicas, em seguida gravando as demos, e depois regravaram tudo no estúdio. Mas a banda aprendeu que, uma preparação cuidadosa, não necessariamente produz resultados mais satisfatórios."Quando trabalhamos com o [produtor] Rick Rubin [em 2007 com Minutes to Midnight, em 2010 com A Thousand Suns e 2012 com Living Things], que teve várias demos, juntamente com as versões gravadas, nós passamos dias trabalhando perfeitamente em bom ambiente de estúdio", lembra Delson. “Rick sempre pensou que as demos eram mais convincentes. Essa foi uma lição cara e dolorosa.” Mas para o Hunting Party, o Linkin Park usou o estúdio como uma ferramenta de composição, gravação como também uma inspiração, compilando as melhores partes e peças, e as juntando como novas músicas. "No início do processo, Mike escreveu várias demos-introvertidas, coisas de indie, inspiradas em aquilo que você ouve na rádio nos dias de hoje", disse Delson. “Mas nós jogamos tudo fora em favor de fazer um álbum mais pessoal, algo mais visceral e agressivo, de uma forma que só nós podemos fazer.” Esta abordagem “sem preparação”, deixou em aberto a possibilidade de acidentes felizes, explica Delson: "Algo não intencional pode ser o som mais legal que eu possa fazer o dia todo, e saber como permitir que esses erros aconteçam e moldá-los potencialmente contribuem para uma boa música. Estamos tentando abordar as coisas com uma compreensão e com um deslumbramento infantil. Eu me mergulho e toco guitarra todos os dias aqui no estúdio. Eu poderia improvisar livremente alguns riffs e ruídos para uma música, de um jeito rápido por uma hora, e então voltar e organizar para a gravação. A classificação é muito mais demorada do que simplesmente tocar. Mas quando eu ouço algo que eu gosto, eu digo ‘Isso!’ e construo camadas em torno disso." No passado, muitas vezes, Delson trabalhava para compor o cenário perfeito para uma música, apenas no final acabar descobrindo se funcionava muito bem ou não. Desta vez, após a montagem de uma coleção de riffs agitados, ele iria apresentar o trabalho ao vocalista Chester Bennington. "Costumávamos gravar os vocais por último", diz Delson. "Mas, agora vamos fazer isso mais perto do início do processo, por isso sabemos se uma música vai sobreviver. Poderia ter elementos musicais mais legais, mas se não se encaixa a um grande vocal, então é hora de passar para a próxima fase."

    PREMIER GUITAR: NO ESTÚDIO COM O LINKIN PARK

    O site Premier Guitar conversou recentemente com o guitarrista Brad Delson, onde o mesmo falou a respeito do processo de produção do novo álbum do Linkin Park, The Hunting Party, que será lançado no dia 17 de junho. Na entrevista, Brad também falou sobre os instrumentos e equipamentos que foram usados na produção do mesmo.

    Segue a tradução de uma parte da entrevista, onde Brad fala sobre como a banda encontrou uma nova abordagem de composição e gravação de músicas.

    Confira:

    Brad Delson do Linkin Park me pegou de surpresa no saguão do Larrabee, no North Hollywood, em Califórnia, no estúdio onde ele estava trabalhando em um novo álbum, The Hunting Party. Letras angustiadas de sua banda e, partes sombrias de guitarra, sugeriram que Delson podia estar no lado descontente, com uma aparência rebelde. Mas ele foi gentil e radiante. Ostentando um Jewfro arrumado, barba e óculos de aros de tartaruga, ele parecia menos com um fornecedor de nu metal e sim um estudante.

    "Siga-me em torno da mesa de sinuca", disse ele, me levando para a sala de controle, claramente animado para mostrar o seu trabalho mais recente. A sala estava limpa, com tudo organizado. Havia algumas guitarras, que pareciam estar organizadas para um acesso rápido e fácil. Na mesa de mixagem, quatro canetas de cores diferentes foram alinhadas perfeitamente. Um boneco do Albert Einstein examinava a cena do alto de uma prateleira de canto. Delson, que produziu o álbum com seu companheiro de banda e co-guitarrista Mike Shinoda, se afundou em uma cadeira Aeron preta, atrás da mesa. Ele olhou com os olhos brilhantes, apesar de longas horas de estúdio.

    "Nós estamos aqui cinco ou seis dias por semana, durante cerca de cinco meses", disse ele. "Esta semana Rob Bourdon [baterista] e Mike estavam gravando a bateria na fita em EastWest, e eu estou aqui no meu próprio trabalho em outros aspectos da música."

    "Algo não intencional pode ser o som mais legal. Eu faço todos os dias." - Brad Delson

    É uma nova metodologia para a banda: a escrita a partir do zero durante a gravação. Em seus dois primeiros álbuns, Hybrid Theory (2000) e Meteora (2003), o Linkin Park trabalhou de uma forma mais tradicional, escrevendo músicas, em seguida gravando as demos, e depois regravaram tudo no estúdio. Mas a banda aprendeu que, uma preparação cuidadosa, não necessariamente produz resultados mais satisfatórios.

    "Quando trabalhamos com o [produtor] Rick Rubin [em 2007 com Minutes to Midnight, em 2010 com A Thousand Suns e 2012 com Living Things], que teve várias demos, juntamente com as versões gravadas, nós passamos dias trabalhando perfeitamente em bom ambiente de estúdio", lembra Delson. “Rick sempre pensou que as demos eram mais convincentes. Essa foi uma lição cara e dolorosa.”

    Mas para o Hunting Party, o Linkin Park usou o estúdio como uma ferramenta de composição, gravação como também uma inspiração, compilando as melhores partes e peças, e as juntando como novas músicas. "No início do processo, Mike escreveu várias demos-introvertidas, coisas de indie, inspiradas em aquilo que você ouve na rádio nos dias de hoje", disse Delson. “Mas nós jogamos tudo fora em favor de fazer um álbum mais pessoal, algo mais visceral e agressivo, de uma forma que só nós podemos fazer.”

    Esta abordagem “sem preparação”, deixou em aberto a possibilidade de acidentes felizes, explica Delson: "Algo não intencional pode ser o som mais legal que eu possa fazer o dia todo, e saber como permitir que esses erros aconteçam e moldá-los potencialmente contribuem para uma boa música. Estamos tentando abordar as coisas com uma compreensão e com um deslumbramento infantil. Eu me mergulho e toco guitarra todos os dias aqui no estúdio. Eu poderia improvisar livremente alguns riffs e ruídos para uma música, de um jeito rápido por uma hora, e então voltar e organizar para a gravação. A classificação é muito mais demorada do que simplesmente tocar. Mas quando eu ouço algo que eu gosto, eu digo ‘Isso!’ e construo camadas em torno disso."

    No passado, muitas vezes, Delson trabalhava para compor o cenário perfeito para uma música, apenas no final acabar descobrindo se funcionava muito bem ou não. Desta vez, após a montagem de uma coleção de riffs agitados, ele iria apresentar o trabalho ao vocalista Chester Bennington. "Costumávamos gravar os vocais por último", diz Delson. "Mas, agora vamos fazer isso mais perto do início do processo, por isso sabemos se uma música vai sobreviver. Poderia ter elementos musicais mais legais, mas se não se encaixa a um grande vocal, então é hora de passar para a próxima fase."

    photo

    9 notes
    Apr 18 2:24PM
  6. GEEK NATION: PERGUNTAS E RESPOSTAS COM JOE HAHN NO TWEET OUTRecentemente, Joe Hahn, respondeu algumas perguntas enviadas por fãs no quadro 'Tweet Out' do Geek Nation. A maioria das perguntas enviadas foram a respeito do filme "Mall", o qual de acordo com ele será lançado em breve, porém ainda não tem uma data definida; ele respondeu também sobre o Linkin Park, as músicas que mais gosta de tocar ao vivo etc.
Vídeo:Sobre o filme ‘Mall’ dirigido por Joe:
Vale lembrar que o filme dirigido por Joe é uma adaptação do livro de romance “Mall” lançado pelo ator e escritor Eric Bogosian e terá a trilha sonora do Linkin Park.
Recentemente, Lorenzo postou uma foto a respeito do filme, o qual parece que está sendo exibido para algumas pessoas próximas.Créditos: MSClan

    GEEK NATION: PERGUNTAS E RESPOSTAS COM JOE HAHN NO TWEET OUT

    Recentemente, Joe Hahn, respondeu algumas perguntas enviadas por fãs no quadro 'Tweet Out' do Geek Nation.

    A maioria das perguntas enviadas foram a respeito do filme "Mall", o qual de acordo com ele será lançado em breve, porém ainda não tem uma data definida; ele respondeu também sobre o Linkin Park, as músicas que mais gosta de tocar ao vivo etc.

    Vídeo:


    Sobre o filme ‘Mall’ dirigido por Joe:

    Vale lembrar que o filme dirigido por Joe é uma adaptação do livro de romance “Mall” lançado pelo ator e escritor Eric Bogosian e terá a trilha sonora do Linkin Park.

    Recentemente, Lorenzo postou uma foto a respeito do filme, o qual parece que está sendo exibido para algumas pessoas próximas.

    Créditos: MSClan

    photo

    1 note
    Apr 17 5:16PM
  7. MUSIC TO MY EARS: HANGOUT COM MIKE SHINODA  Mike Shinoda realizou ontem, através do Hangout (Google), uma conversa com fãs e alunos, como parte do projeto da Warner Music e a Universidade de Stanford, chamado “Creativity: Music to My Ears (Criatividade: Música para os meus ouvidos)”.Confira alguns detalhes: Mike estava em seu estúdio, onde fica em sua casa em Los Angeles, ele falou sobre vários assuntos, incluindo o novo álbum da banda, The Hunting Party; músicas, criatividade e mais.Atual processo do novo álbum: Estão terminando a mixagem, a qual está sendo feito por Andy Wallace.Sobre algumas demos do The Hunting Party: Mike disse que depois de criar algumas músicas demos para o novo álbum, ele sentiu como se as músicas fossem parecidas com as de outros artistas e pensou que fazendo isso, ele não iria inovar, então partiram para algo diferente.Mike fala sobre o processo de criação de uma música: Mike fez um breve comentário sobre Somewhere I Belong, onde eles escreveram aproximadamente 30-40 refrões e forçaram encaixar o vocal em uma parte onde não precisava, então eles aprenderam com o tempo que, quando as pessoas vão ouvir as músicas, elas ouvem o vocal, os instrumentos e os mesmos tem que estar perfeitamente encaixados, pois essas coisas são importantes.Sobre a criatividade: Mike comenta que há momentos em que a criatividade pode não aparecer, porém você terá que sempre continuar trabalhando, pois o momento certo vai chegar. Há dias em que ele acorda e pensa "tenho uma grande ideia", então imediatamente grava em seu celular. Durante a conversa, Mike até mesmo tenta mostrar as várias gravações em seu celular.Sobre alguns clipes interativos: Mike comentou que a tecnologia está se fortalecendo cada vez mais e com isso a banda preferiu apostar em algumas ideias para deixar os clipes mais interativos, como foi usado em Lost In The Echo, A Light That Never Comes, Guilty All The Same.Confira a gravação completa: Texto e adaptação por LPTheory

    MUSIC TO MY EARS: HANGOUT COM MIKE SHINODA

    Mike Shinoda realizou ontem, através do Hangout (Google), uma conversa com fãs e alunos, como parte do projeto da Warner Music e a Universidade de Stanford, chamado “Creativity: Music to My Ears (Criatividade: Música para os meus ouvidos)”.

    Confira alguns detalhes:

    Mike estava em seu estúdio, onde fica em sua casa em Los Angeles, ele falou sobre vários assuntos, incluindo o novo álbum da banda, The Hunting Party; músicas, criatividade e mais.

    Atual processo do novo álbum:
    Estão terminando a mixagem, a qual está sendo feito por Andy Wallace.

    Sobre algumas demos do The Hunting Party: Mike disse que depois de criar algumas músicas demos para o novo álbum, ele sentiu como se as músicas fossem parecidas com as de outros artistas e pensou que fazendo isso, ele não iria inovar, então partiram para algo diferente.

    Mike fala sobre o processo de criação de uma música: Mike fez um breve comentário sobre Somewhere I Belong, onde eles escreveram aproximadamente 30-40 refrões e forçaram encaixar o vocal em uma parte onde não precisava, então eles aprenderam com o tempo que, quando as pessoas vão ouvir as músicas, elas ouvem o vocal, os instrumentos e os mesmos tem que estar perfeitamente encaixados, pois essas coisas são importantes.

    Sobre a criatividade: Mike comenta que há momentos em que a criatividade pode não aparecer, porém você terá que sempre continuar trabalhando, pois o momento certo vai chegar. Há dias em que ele acorda e pensa "tenho uma grande ideia", então imediatamente grava em seu celular. Durante a conversa, Mike até mesmo tenta mostrar as várias gravações em seu celular.

    Sobre alguns clipes interativos: Mike comentou que a tecnologia está se fortalecendo cada vez mais e com isso a banda preferiu apostar em algumas ideias para deixar os clipes mais interativos, como foi usado em Lost In The Echo, A Light That Never Comes, Guilty All The Same.

    Confira a gravação completa:

    Texto e adaptação por LPTheory

    photo

    7 notes
    Apr 12 11:06AM
  8. CHESTER FALA SOBRE O THE HUNTING PARTY, POSSÍVEL APRESENTAÇÃO DE NOVA MÚSICA E MAIS Em entrevista por telefone, Chester conversou com Chris the Ego sobre o álbum The Hunting Party; uma possível nova música que poderá estar pronta para ser apresentada no show que o Linkin Park realizará no KFMADAY, no dia 24 de maio, como banda headliner e mais.Sobre The Hunting Party:
É definitivamente o álbum mais pesado que já fizemos, com certeza. Será extremamente com uma guitarra pesada, a bateria é uma loucura, eles são o coração e a alma do álbum (…), vai surpreender as pessoas.
Sobre a orientação musical:
Essa é a razão porque fizemos isso [o álbum], não é uma indireta nas outras bandas ou as músicas que estão fazendo, mas queremos algo mais pesado e intenso, que não é está por aí [no mainstream], há um vazio que sentimos que está agora no rock.
Sobre a maioria das bandas da “era Hybrid Theory” desaparecendo ou dissolvendo, enquanto o Linkin Park permanece forte:
Essa é uma das razões que fizemos o  Minutes to Midnight, como nós fizemos Meteora, basicamente o Volume I e II do Hybrid Theory. Ajudamos a criar essa coisa, era algo legal, algo diferente, mas agora não é novo e não é mais legal (…) por isso decidimos correr o risco e fazer uma mudança de direção. É como estar em uma banda nova em cada álbum.
Sobre a possibilidade de ter uma nova música pronta para KFMADAY:
Acho que sim. (…) Nos últimos álbuns, estivemos em um lado experimental (…) você tem grandes músicas, mas, quando você as colocam na set, se torna como se estivéssemos ali apenas cantando, (…) escrevemos mais músicas aceleradas, porque queremos colocar mais músicas assim na set.
Áudio completo da entrevista:Créditos: LPAssociation

    CHESTER FALA SOBRE O THE HUNTING PARTY, POSSÍVEL APRESENTAÇÃO DE NOVA MÚSICA E MAIS

    Em entrevista por telefone, Chester conversou com Chris the Ego sobre o álbum The Hunting Party; uma possível nova música que poderá estar pronta para ser apresentada no show que o Linkin Park realizará no KFMADAY, no dia 24 de maio, como banda headliner e mais.

    Sobre The Hunting Party:

    É definitivamente o álbum mais pesado que já fizemos, com certeza. Será extremamente com uma guitarra pesada, a bateria é uma loucura, eles são o coração e a alma do álbum (…), vai surpreender as pessoas.

    Sobre a orientação musical:

    Essa é a razão porque fizemos isso [o álbum], não é uma indireta nas outras bandas ou as músicas que estão fazendo, mas queremos algo mais pesado e intenso, que não é está por aí [no mainstream], há um vazio que sentimos que está agora no rock.

    Sobre a maioria das bandas da “era Hybrid Theory” desaparecendo ou dissolvendo, enquanto o Linkin Park permanece forte:

    Essa é uma das razões que fizemos o  Minutes to Midnight, como nós fizemos Meteora, basicamente o Volume I e II do Hybrid Theory. Ajudamos a criar essa coisa, era algo legal, algo diferente, mas agora não é novo e não é mais legal (…) por isso decidimos correr o risco e fazer uma mudança de direção. É como estar em uma banda nova em cada álbum.

    Sobre a possibilidade de ter uma nova música pronta para KFMADAY:

    Acho que sim. (…) Nos últimos álbuns, estivemos em um lado experimental (…) você tem grandes músicas, mas, quando você as colocam na set, se torna como se estivéssemos ali apenas cantando, (…) escrevemos mais músicas aceleradas, porque queremos colocar mais músicas assim na set.


    Áudio completo da entrevista:



    Créditos: LPAssociation

    photo

    11 notes
    Apr 12 9:32AM
  9. MIKE SHINODA SERÁ DJ CONVIDADO DO SIRIUSXM OCTANE Foi divulgado na página oficial da banda, que Mike Shinoda participará do programa SiriusXM Octane, como DJ convidado, onde irá tocar músicas de sua playlist pessoal. Mike irá participar do programa da rádio entre os dias 11 e 14 de abril.

    MIKE SHINODA SERÁ DJ CONVIDADO DO SIRIUSXM OCTANE

    Foi divulgado na página oficial da banda, que Mike Shinoda participará do programa SiriusXM Octane, como DJ convidado, onde irá tocar músicas de sua playlist pessoal.

    Mike irá participar do programa da rádio entre os dias 11 e 14 de abril.

    photo

    Apr 10 9:29PM
  10. REVIEW: 5 MÚSICAS DO ÁBUM THE HUNTING PARTY POR LOUDWIRE O site Loudwire divulgou uma review das 5 músicas que estarão no novo álbum do Linkin Park, The Hunting Party. Denominadas com bateria rápida, riffs explosivos, elementos groove, punk e thrash, essas são algumas das características das músicas apresentadas aos jornalistas. 
Confira:

"Keys to the Kingdom": Logo de cara, essa música tem uma vibe punk old-school com uma nova reviravolta. A bateria rápida e os riffs explosivos são os componentes disso. O vocalista Chester Bennington desencadeia as melodias e os versos de rap de Shinoda fazem uma combinação poderosa. Apesar de que, a banda irá tocar em arenas em sua próxima turnê, Carnivores Tour, essa música tem um sentimento underground que se sentirá pequeno em Brooklyn, N.Y."Wastelands of Today": Esta música começa com um verso de hip-hop e tem vários elementos groove com uma bateria e baixo pesados. O refrão é cativante, ainda lamacento e com uma determinação. Sua atenção é para o colapso pesado no meio da música. O Linkin Park irá te levar em um sonoro passeio de montanha-russa, como brincar com o tempo e ambiente. "Until It’s Gone": É uma pista mais mid-tempo, com letras mais leves fornecidas por Chester Bennington, que realmente mostra a sua versatilidade vocal. Os sons sonhadores e atmosféricos são o suficiente para levá-lo embora, mas Bennington te traz de volta à terra quando, ele arrebate com um refrão familiar: “Cause you don’t know what you’ve got / No you don’t know what you’ve got / You don’t know what you’ve got / Until it’s gone.” (Tradução: “Porque você não sabe o que tem / Não, você não sabe o que você tem / Você não sabe o que você tem / Até isso partir” [no sentido ir embora]). Essa música cativante é aquela que fica presa em sua cabeça por um longo tempo."All for Nothing": Esta, quando for apresentada ao vivo, terá a plateia em movimento, com certeza. Com um fluxo de hip-hop no primeiro verso, esta rapidamente se transformará em quase um hino punk. A música é implacável e sem remorso, com um solo de guitarra estrelado por Brad Delson. Não é nenhuma surpresa que esta música pesada é hardcore, especialmente desde que caracteriza um ponto com o convidado vocalista e guitarrista Page Hamilton. “Rebellion”: Com um nome como “Rebellion (Rebelião)”, o ouvinte como você, pode esperar o caos puro e é exatamente o caos que o Linkin Park irá lhe dar. O clima é quase thrash, com seus riffs rápidos e a bateria galopante. Enquanto se ouve, poderia até mesmo pensar que ela poderia até se encaixar no primeiro álbum do System of a Down — provavelmente porque, ninguém menos que Daron Malakian do System of a Down participa nesta música.

Tradução e adaptação por LPTheory

    REVIEW: 5 MÚSICAS DO ÁBUM THE HUNTING PARTY POR LOUDWIRE

    O site Loudwire divulgou uma review das 5 músicas que estarão no novo álbum do Linkin Park, The Hunting Party. Denominadas com bateria rápida, riffs explosivos, elementos groove, punk e thrash, essas são algumas das características das músicas apresentadas aos jornalistas. 

    Confira:

    "Keys to the Kingdom": Logo de cara, essa música tem uma vibe punk old-school com uma nova reviravolta. A bateria rápida e os riffs explosivos são os componentes disso. O vocalista Chester Bennington desencadeia as melodias e os versos de rap de Shinoda fazem uma combinação poderosa. Apesar de que, a banda irá tocar em arenas em sua próxima turnê, Carnivores Tour, essa música tem um sentimento underground que se sentirá pequeno em Brooklyn, N.Y.

    "Wastelands of Today": Esta música começa com um verso de hip-hop e tem vários elementos groove com uma bateria e baixo pesados. O refrão é cativante, ainda lamacento e com uma determinação. Sua atenção é para o colapso pesado no meio da música. O Linkin Park irá te levar em um sonoro passeio de montanha-russa, como brincar com o tempo e ambiente.

    "Until It’s Gone": É uma pista mais mid-tempo, com letras mais leves fornecidas por Chester Bennington, que realmente mostra a sua versatilidade vocal. Os sons sonhadores e atmosféricos são o suficiente para levá-lo embora, mas Bennington te traz de volta à terra quando, ele arrebate com um refrão familiar: “Cause you don’t know what you’ve got / No you don’t know what you’ve got / You don’t know what you’ve got / Until it’s gone.” (Tradução: “Porque você não sabe o que tem / Não, você não sabe o que você tem / Você não sabe o que você tem / Até isso partir” [no sentido ir embora]). Essa música cativante é aquela que fica presa em sua cabeça por um longo tempo.

    "All for Nothing": Esta, quando for apresentada ao vivo, terá a plateia em movimento, com certeza. Com um fluxo de hip-hop no primeiro verso, esta rapidamente se transformará em quase um hino punk. A música é implacável e sem remorso, com um solo de guitarra estrelado por Brad Delson. Não é nenhuma surpresa que esta música pesada é hardcore, especialmente desde que caracteriza um ponto com o convidado vocalista e guitarrista Page Hamilton.

    Rebellion”: Com um nome como “Rebellion (Rebelião)”, o ouvinte como você, pode esperar o caos puro e é exatamente o caos que o Linkin Park irá lhe dar. O clima é quase thrash, com seus riffs rápidos e a bateria galopante. Enquanto se ouve, poderia até mesmo pensar que ela poderia até se encaixar no primeiro álbum do System of a Down — provavelmente porque, ninguém menos que Daron Malakian do System of a Down participa nesta música.

    Tradução e adaptação por LPTheory

    photo

    9 notes
    Apr 10 1:54PM